Desde que o mais recente movimento pelo apoio à (in)fertilidade começou, muitos foram os blogs e outras páginas web que se juntaram de alguma forma à causa, que puseram o dedo na ferida, alertaram para este problema e pediram a quem já tenha passado por esta difícil situação que desse um passo em frente e contara a sua história.
Esta pequena multitude que pouco a pouco se levanta é uma fonte de esperança de que um dia quem viva este realidade seja melhor compreendido e tenha à sua disposição mais ajudas e menos discriminação.
Mas, no meio de muita gente compreensiva, que dá um bocadinho do seu coração e luta ao lado dos etiquetados de inférteis por uma causa que não é directamente sua, outros surgem com aquilo que eu chamo de "teorias da treta", pois são lançadas da boca para fora sem qualquer conhecimento de causa ou respeito pela situação e pelos sentimentos daqueles que nela estão envolvidos.
Hoje gostaria de falar sobre uma em especial: a adopção.