
Eram 9 menos 5 da manhã quando o V parou o carro à frente do Centro de Reprodução Humana do HUC e a tensão era palpável.
Quase que foi preciso arrancá-lo do carro para que me deixasse ser eu a estacionar, caso contrário chegaria atrasado. Quem conhece este hospital sabe bem a confusão que é aquele parque de estacionamento.
No final lá saiu, batendo com a porta. Homens e a mania de que eles sabem conduzir e estacionar melhor...
Vi pelo espelho retrovisor como entrava por aquelas portas que já conhecia tão bem e não pude deixar de ouvir o meu coração bater alto.
Aquele momento poderia ser o inicio do final desta viagem para nós.






